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Projeto

Programa de Atividade Física para Universitários com Deficiência

Em andamento Início: 2019 Programa de atividade física para universitários com deficiência

No Brasil, estima-se que 23,9 da população apresente algum tipo de dificuldade funcional.Destaca-se que, diferentes movimentos sociais que surgiram a partir da década de 80, representaram uma série de demandas sobre a necessidade de transformações políticas, sociais, culturais, econômicas e educacionais, inclusive em prol dos direitos das pessoas com deficiência e outras condições atípicas do desenvolvimento.

Imagem do projeto Programa de Atividade Física para Universitários com Deficiência

Descrição

No Brasil, estima-se que 23,9 da população apresente algum tipo de dificuldade funcional.Destaca-se que, diferentes movimentos sociais que surgiram a partir da década de 80, representaram uma série de demandas sobre a necessidade de transformações políticas, sociais, culturais, econômicas e educacionais, inclusive em prol dos direitos das pessoas com deficiência e outras condições atípicas do desenvolvimento. Neste sentido, as políticas públicas para pessoas com deficiências englobam a universalização de direitos civis, políticos e sociais necessários avida em sociedade, conforme o Parecer CNE/CEB n 17/2001 (BRASIL, 2001). As políticas públicas visam, nesse viés, combater situações de desigualdade e todas e quaisquer formas de discriminação (CURY, 2005). Um exemplo se faz pela entrada de pessoas com deficiência em universidades. O acesso ao ensino superior em Instituições Federais é estabelecido, pela Lei N 13.409 de 28 de dezembro de 2016 (BRASIL, 2016), através de um percentual de vagas destinada às pessoas com deficiência, possibilitando o ingresso à educação e formação profissional. Assim, a partir do 1 semestre de 2018, pessoas com deficiência que concluíram o ensino médio em escola pública tiveram o direito à reserva de vagas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Diante disso, é importante que os estudantes com deficiência possam vivenciar, de forma plena, os outros pilares da Universidade, que são a pesquisa e extensão. Observa-se que a prática de atividades físicas pode agregar qualidade de vida e oportunizar o desenvolvimento físico, mental e social desses indivíduos. Apesar desses benefícios, existe um alto percentual de sedentarismo em pessoas com deficiência, que na maioria das vezes, é atribuído à escassez de oportunidades oferecidas para a adesão em programas de atividades físicas e esportivas adaptadas (LIMA; RIBEIRO; TONELLO, 2012). No que se refere à extensão, a Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) já tem tradição na oferta de diferentes cursos direcionados à prática de atividades físicas e esportivas. No viés das Políticas públicas para Pessoas com Deficiência, o Programa Superar, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SMEL) oferece diferentes atividades físicas, esportivas e culturais para pessoas com deficiências desde 1994.Atualmente, o Programa Superar atende a cerca de 940 pessoas com deficiências física, visual, intelectual, auditiva, múltipla e autismo para as quais são oferecidas 16 modalidades esportivas. O Programa apresenta um quadro de profissionais com ampla experiência e reconhecimento nesta área de atuação. Visando aumentar o número de pessoas com deficiências inseridas na prática de atividades esportivas, a PBH têm investido em ações para a alcançar novos territórios e atender a novas pessoas.Assim, a parceria institucional (PBH/UFMG) viabilizará a realização deste projeto, possibilitando o atendimento aos estudantes universitários, bem como uma perspectiva única de formação de recursos humanos qualificados para atuação nas diferentes áreas de atendimento as pessoas com deficiência. A implantação do projeto possibilitará também a realização de estágio por parte dos alunos dos cursos de graduação em Educação Física, Fisioterapia, Medicina, Psicologia e Nutrição. Nesse sentido, a criação de um Núcleo do Programa Superar na UFMG possibilitará a promoção atividades físicas adaptadas para estudantes universitários com deficiências, bem como colaborar com a formação de recursos humanos através do engajamento de estagiários advindos dos cursos da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Benefício prático

O projeto contribui para o avanço de estudos sobre Programa de Atividade Física para Universitários com Deficiência no contexto do LAPAN.

Metodologia

As informações metodológicas disponíveis no currículo indicam investigação aplicada baseada nas atividades e objetivos descritos para o projeto.

Equipe envolvida

1 pessoa(s) vinculada(s)

Foto de Prof. Dr. Marco Tulio de Mello

Prof. Dr. Marco Tulio de Mello

Pesquisador do LAPAN

Professor associado da UFMG com pesquisas em psicobiologia, atuou em pesquisas sobre Efeitos do exercício físico moderado sobre o controle autonômico cardíaco de jovens saudáveis em condição de hipóxia.

Publicações relacionadas

Ainda não há publicações vinculadas automaticamente a este projeto.

Fontes e materiais

Nenhuma fonte adicional cadastrada para este projeto.